Celebrado o Dia de Santo Antônio de Pádua

SAM 3523

Na noite do dia 13 de junho, aconteceu na Comunidade Alto do Anjo, missa em louvor ao dia de Santo Antônio de Pádua.

Padre Milton inicia a celebração relembrando “porque a Igreja celebra os Santos? A celebração dos santos se faz necessária para recordar que todos nós somos chamados a santidade. Os Santos não são deuses para nós, os santos são homens e mulheres que ouviram a palavra de Jesus e se dispuseram a segui-lo, a ser fiel. Eles não nasceram santos, se tornaram santos na graça de Deus. E nós recordamos então, ao celebrar a vida de um santo, que se nós hoje ouvimos a palavra de Jesus e nos esforçamos para viver um dia também chegaremos a glória dos céus.”

Santo Antônio queria ser uma pessoa importante desde sua meninice. E por isso aos 19 anos entrou para o mosteiro contra a vontade de seu pai. Morou lá por 2 anos. Com uma grande biblioteca em mãos, Antônio avança na sua história pelo estudo e pela oração. É transferido para Coimbra, que é um importante centro de estudos de Portugal, ficando lá por 10 anos. Em Coimbra ele foi ordenado sacerdote. Logo se viu o dom da palavra que transbordava do jovem padre agostiniano. Ele tinha conhecimento e grande poder de pregação.

Finalizando a homilia Padre Milton diz que “Santo Antônio de diversas maneiras ajudou as pessoas a compreenderem que só Jesus salva. Mas não Jesus glorioso no céu, mas sim um Jesus que nos aponta um caminho do amor, da fraternidade, da solidariedade, da comunhão e que também podemos ser solidários uns com os outros. E que Jesus sempre nos abençoe e nos guarde de todos os perigos. E com a força de Jesus chegaremos todos na vida eterna, na morada do senhor Jesus.

Ao final da celebração aconteceu a bênção dos pãezinhos e distribuição a todos presentes na igreja, que conforme a história nos diz que: “Antônio comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer: os pães tinham sido roubados”. Atônito, foi contar ao “Antônio” o ocorrido. Este mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O Irmão padeiro voltou estupefato e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento. Até hoje na devoção popular o “pãozinho de Santo Antônio” é colocado, pelos fiéis nos sacos de farinha, com a fé de que nunca lhes faltará o de que comer. Mais do que a lenda da origem do “Pão de Santo Antônio”, importa perceber toda a riqueza do seu simbolismo. Sem dúvida ele revela toda a riqueza da dimensão apostólica da vida de Santo Antônio.

Por Pastoral da Comunicação

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